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domingo, 15 de fevereiro de 2026

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Mais uma Sessão de Leituras Públicas organizada pela Associação PEN PORTUGAL no dia 13 de Fev. pelas 18:00H, na FNAC da Avenida de Roma. Esta Sessão contará com a Presença de Teolinda Gersão, Victor Oliveira Mateus e Maria Moreno. A moderação da sessão estará a cargo de Leonor Almeida, Presidente do PEN Portugal.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025


 

O poeta Lorenzo Pataro, nascido em Castrovillari em 1998, "decidiu partir" no dia 19/02/2025, deixando-nos a nós, seus amigos, completamente devastados. Ci vediamo presto, Lorenzo!

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

sexta-feira, 22 de março de 2024


 Comemorou-se no passado dia 21 o Dia Mundial da Poesia: um dos vários cartazes que nesse dia circularam.

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sexta-feira, 13 de outubro de 2023

segunda-feira, 3 de abril de 2023

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Morreu Sakamoto vítima de doença prolongada.
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Ryuichi Sakamoto (Tóquio, 1952/01/13 - Tóquio, 2023/03/28).

sábado, 6 de agosto de 2022


 Ana Luísa Amaral, 1956/04/05 - 2022/08/05

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A Ana Luísa é uma das mais importantes vozes poéticas das últimas décadas. Como pessoa era de uma inteireza rara, de uma generosidade invulgar. Esta partida deixa em "nós", para além da saudade, um vazio difícil de preencher. Jamais esquecerei tantas gentilezas recebidas! Alguns dos seus poemas estão em Antologias e em Revistas que coordenei. Há pessoas, que, apesar de partirem fisicamente, ficam também - e sempre - dentro de nós.

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sexta-feira, 20 de maio de 2022

sexta-feira, 4 de março de 2022


Foi eleita ontem, dia 3 de abril de 2022, a lista dos novos corpos sociais do PEN CLUBE PORTUGUÊS:
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MESA DA ASSEMBLEIA GERAL:
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PRESIDENTE- Teresa Martins Marques
PRIMEIRA SECRETÁRIA - Rita Marnoto
SEGUNDA SECRETÁRIA - Teresa Sousa de Almeida
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DIRECÇÃO:
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PRESIDENTE- Fernanda Mota Alves
TESOUREIRO E VICE- PRESIDENTE- José Mário Leite
SECRETÁRIA- Maria João Cantinho
VOGAL- Elisabete M. de Sousa
VOGAL - Alcinda Pinheiro
SUPLENTE- Fernanda Gil Costa
SUPLENTE- João Rasteiro
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CONSELHO FISCAL:
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PRESIDENTE- Victor Oliveira Mateus
VOGAL - Rodolfo Begonha
VOGAL- Filipa Vera Jardim
SUPLENTE- Teresa Carvalho
SUPLENTE- Sérgio Guimarães de Sousa
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quarta-feira, 13 de outubro de 2021


Comemoração: em outubro de 2019 apresentou-se na Livraria Almedina (do Rato) o livro Mulher Bala. Na foto, da esquerda para a direita: Albano Jerónimo, Maria Quintans, Cláudia Lucas Chéu, Miguel Real, Victor Oliveira Mateus, Maria João Cabrita, Meg Rodrigues.
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sexta-feira, 8 de outubro de 2021


 

A atriz brasileira Fernanda Montenegro, atualmente com 92 anos, irá ocupar a Cadeira 17 da ABL (Academia Brasileira de Letras), a votação ainda não foi anunciada, contudo sabe-se que a dita Cadeira lhe pertencerá, já que - por respeito com F.M.  - nenhum outro intelectual resolveu concorrer ao dito lugar.

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terça-feira, 9 de março de 2021


 Realizam-se este ano as eleições para os Corpos Sociais de PEN Clube Português. Eis a lista que se apresenta às ditas eleições:
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Mesa da Assembleia Geral
Presidente - Teresa Martins Marques
1ª Secretária - Rita Mornoto
2ª Secretária - Teresa Sousa de Almeida.
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Direção
Presidente - Fernanda Mota Alves
Tesoureiro - José Mário Leite
Secretária - Maria João Cantinho
Vogal - Alcinda Pinheiro
Vogal - Elisabete M. de Sousa
Suplente - Fernanda Gil Costa
Suplente - João Rasteiro.
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Conselho Fiscal
Presidente - Victor Oliveira Mateus
Vogal - Rodolfo Begonha
Vogal - Filipa Vera Jardim
Suplente - Teresa Carvalho
Suplente - Sérgio Guimarães de Sousa.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2020

quinta-feira, 24 de setembro de 2020


 O Libération traz este fim de semana uma excelente homenagem a Juliette Greco (1927/02/07-2020/09/23). Na capa, a sensualidade da Dama de Negro, da Musa do Existencialismo,  insinuando um dos seus êxitos: Deshabillez-moi. Greco, cuja mãe fora presa pelos nazis durante a ocupação, viu-se também detida pela Gestapo durante algum tempo, e depois de libertada passou a viver em Saint-Germain-des-Prés, casou depois com Philippe Lemaire (1953-1956), com Michel Piccoli (1966-1976) e com Gerard Jouannest (1988-2018). Greco foi também a grande paixão de Miles Davis e foi igualmente amiga, companheira de boémia e cúmplice dos grandes da filosofia e da poesia da 2ª metade do século XX francês: Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Albert Camus, Jacques Prévert, Boris Vian, etc. 
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segunda-feira, 7 de setembro de 2020


" Partiu" ontem Gabriele Galloni. Um dos melhores jovens - com apenas 25 anos - poetas que até hoje conheci. Um voz rara, madura e precisa! Este blogue tem poemas seus na rubrica relativa às minhas traduções, a "Cintilações 4" trará também dois poemas seus traduzidos por mim. Todo esse trabalho de tradução foi sempre feito em estreito diálogo com o Gabriele. 
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Ver aqui:
http://www.pangea.news/gabriele-galloni-memoria/?fbclid=IwAR3WCZVMnAQn3-c4Ed50bsmWwoQ7BS2A3gb4EFpxnZRogihRvYM96q4mkW4
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terça-feira, 25 de agosto de 2020

 



Nós, escritores portugueses e de língua portuguesa, estamos, por ofício, cientes do poder da palavra. E do poder da sua omissão também. Conhecemos os custos de dar palco ao que, em circunstâncias normais, não mereceria uma nota de rodapé. Pondo em cena aquilo que não é de cena – aquilo que é, e não só etimologicamente, obsceno.
Preferimos correr esse risco face às circunstâncias vividas em Portugal, que consideramos graves e inquietantes, nos domínios do racismo, do populismo, da xenofobia, da homofobia, das emoções induzidas, da confusão destas com ideias e, em geral, de tudo aquilo que de mais repugnante pode emergir de uma sociedade em crise e em estado de medo.
Temos de reagir antes que seja tarde. E usar as palavras contra o insidioso ataque à democracia, ao multiculturalismo, à justiça social, à tolerância, à inclusão, à igualdade entre géneros, à liberdade de expressão e ao debate aberto.
Exigimos compromissos políticos que detenham a escalada do populismo, da violência, da xenofobia – de todos esses reflexos primitivos, retrógrados, obscurantistas, destrutivos e abjectos. Tais são as nossas grandes riquezas: a diversidade e a tolerância. Como o expressa a língua portuguesa, feita de aglutinação, inclusão e aceitação da diferença.
Quem gosta de Portugal jamais diz «Vão!», antes diz «Venham!».
É preciso tomar consciência de que as ameaças que ora rastejam propiciam uma quebra irreparável dos valores humanistas, da solidariedade e do mútuo apoio – valores laborais e de igualdade de direitos constitucionais à saúde, à educação, ao emprego, à justiça, à cultura.
Cultura e literatura não florescem nestes tempos sufocantes, em que a terrível crise humanitária dos refugiados, nos deploráveis campos às portas da Europa, e a ameaça ecológica e ambiental, à escala planetária, são banalizadas nos noticiários. E ao que vem de trás ainda se junta o que se seguirá à pandemia da covid-19: o alastramento do desemprego e da pobreza, pasto fértil para demagogias, teses anti-imigração, racismos e extremas-direitas.
Não podemos olhar para o lado nem continuar calados, sob pena de emudecermos. Por tudo isto, nós, escritores portugueses e de língua portuguesa, assumimos o compromisso de jamais participarmos em eventos, conferências e/ou festivais conotados – seja de que maneira for – com ideias que colidam com os princípios da tolerância e da dignidade humana.
A todos os cidadãos portugueses, à sociedade civil, aos professores das escolas e das universidades, apelamos a que se distanciem de projectos e movimentos antidemocráticos e ajudem na consciencialização das novas gerações para a urgência dos valores humanistas e para os riscos das extremas-direitas; aos órgãos de justiça, que investiguem, processem e condenem os interesses económico-financeiros que se servem dos novos populismos para, a coberto da raiva e da intolerância, acentuarem as desigualdades de que sempre se sustentaram; às autoridades policiais e aos seus agentes, que se abstenham de condescender com movimentos e acções promotores da exclusão, da discriminação e da violência; à comunicação social, que assuma com veemência o seu papel de contraditório e de defesa da verdade; aos partidos políticos, que sejam capazes de recuperar os princípios esquecidos no decurso do jogo partidário de vocação eleitoral; ao Presidente da República, à Assembleia da República e ao Governo, que exerçam um escrutínio rigoroso da constitucionalidade e assegurem que o fascismo não passará.
Na certeza de que, como sempre nos mostrou a História, quem adormece em democracia acorda em ditadura,
os escritores de língua portuguesa:


Abdulai Sila
Adélia Carvalho
Adriana Lisboa
Afonso Borges
Afonso Cruz
Alberto Pereira
Alexandra Lucas Coelho
Alexandre Andrade
Alice Caetano
Alice Vieira
Almeida Faria
Álvaro Fausto Taruma
Álvaro Laborinho Lúcio
Álvaro Magalhães
Amosse Mucavele
Ana Bárbara Pedrosa
Ana Cristina Leonardo
Ana Cristina Silva
Ana Luísa Amaral
Ana Mafalda Leite
Ana Margarida de Carvalho
Ana Marques
Ana Nobre de Gusmão
Ana Pessoa
Ana Saldanha
Ana Saragoça
André de Leones
Andréa del Fuego
Andrea Zamorano
Andreia Azevedo Moreira
António Borges Coelho
António Cabrita
António Carlos Cortez
António Ladeira
António Mota
António Tavares
Artur Coimbra
Bernardo Carvalho
Carmen Zita Ferreira
Carla Maia de Almeida
Carla Mühlhaus
Carlos Campaniço
Carlos Nogueira
Carlos Tê
Carlos Vale Ferraz
Carola Saavedra
Catarina Fonseca
Catarina Santiago Costa
Catarina Sobral
Chico Buarque
Chissana M. Magalhães
Chrys Chrystello
Claudia Clemente
Claudia Lage
Cláudia Lucas Chéu
Cláudia S. Sampaio
Clovis Levi
Conceição Lima
Cristina Carvalho
Cristina Drios
Cristina Norton
David Machado
Diniz Borges
Domingos Lobo
Dulce Maria Cardoso
Eileen A. Barbosa
Elsa Caetano
Elsa Serra
Eric Nepomuceno
Ernesto Rodrigues
Eugénia Soares Lopes
Evandro Affonso Ferreira
Fabrício Corsaletti
Fausta Cardoso Pereira
Fernando Pinto do Amaral
Fernando Venâncio
Filinto Elísio
Filipa Martins
Filipa Melo
Francisco José Viegas
Francisco Moita Flores
Francisco Resende
Fundação José Saramago
Gabriela Ruivo Trindade
Gabriela Silva
Gisela Casimiro
Gonçalo Cadilhe
Gonçalo M. Tavares
Graça Pires
Gregório Duvivier
Helder Macedo
Helena Vasconcelos
Hélia Correia
Henrique Manuel Bento Fialho
Hugo Gonçalves
Inês Fonseca Santos
Inês Pedrosa
Isabel Cristina Mateus
Isabel Minhós Martins
Isabel Olivença
Isabel Rio Novo
Isabel Zambujal
Isabela Figueiredo
Itamar Vieira Júnior
Ivone Mendes da Silva
Jacinto Lucas Pires
Jaime Rocha
Jamil Chade
Joana Bértholo
Joana M. Lopes
João Cezar de Castro Rocha
João de Melo
João Luís Barreto Guimarães
João Paulo Cotrim
João Paulo Cuenca
João Pedro Porto
João Pinto Coelho
João Rasteiro
João Ricardo Lopes
João Ricardo Pedro
João Rios
João Tordo
Joel Neto
Jorge Serafim
José Alberto Postiga
José Anjos
José Carlos Vasconcelos
José Eduardo Agualusa
José Eduardo Degrazia
José Fanha
José G. Neres
José Jorge Letria
(escritor e Presidente da SPA)
José Luís Peixoto
José Manuel Mendes
José Mário Silva José Pinto
José Miguel Braga
José Moreira da Silva
José Viale Moutinho
Juca Kfouri
Julián Fuks
Júlio Machado Vaz
Leonardo Tonus
Leonor Sampaio Silva
Lélia Nunes
Licínia Quitério
Lídia Borges
Lídia Jorge
Lúcia Bettencourt
Lucílio Manjate
Lucrecia Zappi
Luís Almeida Martins
Luís Carlos Patraquim
Luís Carmelo
Luís Corredoura
Luis Cunha
Luís Fernando Veríssimo
Luís Filipe Castro Mendes
Luís Osório
Luís Quintais
Luís Rainha
Luísa Costa Gomes
Luísa Ducla Soares
Luiz Antonio de Assis Brasil
Luíz Filipe Botelho
Luiz Ruffato
Madalena B. Neves
Madalena San-Bento
Manuel Alberto Valente
Manuel Gusmão
Manuel Halpern
Manuel Jorge Marmelo
Manuela Costa Ribeiro
Marcelino Freire
Márcia Balsas
Margarida Fonseca Santos
Margarida Vale de Gato
Manuella Bezerra de Melo
Maria do Rosário Pedreira
Maria Helena Trindade Lopes
Maria Inês Almeida
Maria Isabel Fidalgo
Maria Jorgete Teixeira
Maria José Quintela
Maria Manuel Viana
Maria Teresa Horta
Maria Valéria Rezende
Mário Cláudio
Mário de Carvalho
Mário Loff
Marta Bernardes
Mary del Priore
Mia Couto
Miguel Real
Miguel-Manso
Milton Hatoum
Mirna Queiroz
Mónia Camacho
Nara Vidal
Nazir Ahmed Can
Nélida Piñon
Nilma Lacerda
Noemi Jaffe
Nuno Camarneiro
Nuno Júdice
Olga Santos
Olinda Beja
Ondjaki
Onésimo Teotónio Almeida
Patrícia Melo
Patrícia Portela
Patrícia Reis
Paula de Sousa Lima
Paulo José Miranda
Paulo Kellerman
Paulo M. Morais
Paulo Moura
Paulo Scott
Pedro Almeida Maia
Pedro da Silva Martins
Pedro Guilherme-Moreira
Pedro Loureiro
Pedro Meira Monteiro
Pedro Pereira Lopes
Pedro Vieira
Pepetela
Possidónio Cachapa
Raquel Nobre Guerra
Raquel Patriarca
Raquel Varela
Reginaldo Pujol Filho
Renato Filipe Cardoso
Ricardo Fonseca Mota
Ricardo Ramos Filho
Richard Zimler
Rita Ferro
Rita Taborda Duarte
Rodrigo Guedes de Carvalho
Rosa Freire D’Aguiar
Rosângela Vieira Rocha
Rui Cardoso Martins
Rui de Almeida Paiva
Rui Lage
Rui Manuel Amaral
Rui Zink
Ruth Manus
Sandro William Junqueira
Sara F. Costa
Sérgio de Sousa
Sérgio Godinho
Sérgio Nazar David
Sidney Rocha
Susana Moreira Marques
Tânia Ganho
Tatiana Salem Levy
Teolinda Gersão
Teresa Cadete
Teresa Martins Marques
Teresa Rita Lopes
Tiago Rodrigues
Tiago Salazar
Tom Farias
Ungulani Ba Ka Khosa
Valesca de Assis
Valter Hugo Mãe
Vanda R. Rodrigues
Vera Duarte
Vera Lúcia de Oliveira
Victor Oliveira Mateus

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domingo, 24 de maio de 2020


           Maria Velho da Costa (1938/06/26-2020/05/23).
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terça-feira, 1 de outubro de 2019



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 Jessye Norman (15/09/1945 - 30/09/20199).

J.N. faleceu no passado dia 30 na sequência de um choque séptico motivado por um problema de saúde que contraíra em 2015. Ouvimo-la aqui no Lamento de Dido  da ópera Dido e Eneias de Purcell: é uma das mais belas árias de amor da História da Ópera, só comparável à morte de Isolda de Tristão e Isolda de Wagner. Aqui, Dido, após a partida de Eneias, reconhece o sem sentido da sua permanência no aqui e, chamando a sua serva Belinda, decide acolher a morte. É toda uma ária de rara beleza com a sublime expressividade da Jessye Norman.
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segunda-feira, 3 de junho de 2019


A morte da matriarca das Letras Lusas: Agustina, a Grande !
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Agustina Bessa-Luís (15/10/1922-03/06/2019).
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sexta-feira, 29 de março de 2019



       Glória para os Imortais: Agnès Varda (Bruxelas, 30/05/1928 - Paris, 29/03/2019 ).
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